Fotos: Gabriel Valdivieso
Texto: Gabriel Valdivieso
O Sítio da Família Björkstrom, no Saco do Mamanguá, não é difícil de achar. Um pouco longe de chegar, talvez. O contato corre de boca em boca, ou pelo menos assim chegou até nós. Já para se chegar gasta-se umas 5 horas. Quatro de carro e uma de barco, como que para descansar do barulho do motor do automóvel, aquele que se ouve todos os dias, todas as horas, na cidade…
O lugar é o paraíso para o hedonismo e para o eco-turismo. Fica dentro de um Saco, ou seja, um bolsão de água do mar rodeado de mata atlântica, o que garante sossego e brisas gentis. É repleto de luz de planctons nas noites escuras (e sem eletricidade) e de raios de sol amarelado nos dias de caiaque e caipirinha.
O Sr. Seu Proprietário das terras dalí, Lars, está presente em todos os cantos do sítio em forma de simplicidade nórdica, que traz como herança. As cores são vivas e alegres, as soluções arquitetônicas se inspiram nas técnicas brasucas/caiçaras. Os quadros, quase todos, são da Festa do Divino de Paraty, município que cuida do Saco. Tudo simples, bem inspiracional pras vidas detalhistas das capitais.
O barulho do mar, das ondas, é constante. E da cachoeira (d´Oxum) vizinha à sede também. Mas a vida é tamanha que nem sono se tem…muita vontade de desbravar.
As casas geralmente podem ser alugadas. Mande um e-mail para mamangua@gmail.com e aproveite!