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	<title>Quarto &#38; Sala</title>
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		<title>2012 + HUMANO (cracolândia)</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 21:10:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gabriel</dc:creator>
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		<description><![CDATA[2012. o ano do fim, apocaplypse now! tsc, tsc!!! tem começo, no entanto, um cadinho nebuloso, cãofuso, o tal ano. ordem natural dos ciclos. começa evidenciando para a grã-sociedade paulistana seu quartier mais assombrado e assombroso, pra, quem sabe, assim, nos breves idos deste mesmo ano, vê-lo um tantinho mais colorido e iluminado.
o governo da prefeitura kassab [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">2012. o ano do fim, apocaplypse now! tsc, tsc!!! tem começo, no entanto, um cadinho nebuloso, cãofuso, o tal ano. ordem natural dos ciclos. começa evidenciando para a grã-sociedade paulistana seu <em>quartier</em> mais assombrado e assombroso, pra, quem sabe, assim, nos breves idos deste mesmo ano, vê-lo um tantinho mais colorido e iluminado.</p>
<p style="text-align: justify;">o governo da prefeitura kassab em <span style="text-decoration: underline;">mal orquestrada</span> intervenção ao bairro da luz, abre à foice o caminho para o desbravamento do universo cracolândia. escancara ao povo paulista &amp; brasileiro o nosso provável mais alarmante problema de cunho social, de maneira a somente nos fazer, de alguma maneira e em algum momento, resolvê-lo. é a primeira semente.</p>
<p style="text-align: justify;">certeza, que ainda em 2012, ao menos na cracolândia, dias melhores virão.</p>
<p style="text-align: justify;">enquanto isso o quarto &amp; sala reproduz, embasbacado, as imagens dos fotógrafos <strong>alessandro shinoda</strong> e <strong>eduardo anizelli (folhapress)</strong> que de maneira sutil e praticamente metafórica mostram e explicam por A + B que viciado em crack é gente, tem casa, amores, acredita em Deus, quer se livrar do vício, do mal, dos atrasos na vida e dos grilos nas cucas!</p>
<p style="text-align: justify;">2012 já é + HUMANO!</p>
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		<title>rusalen</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Sep 2011 22:33:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gabriel</dc:creator>
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		<category><![CDATA[entalhe]]></category>
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		<description><![CDATA[a oficina de entalhe do senhor giuseppe é lugar de artes e ofícios. é ambiente de cheiro de madeira, de tardes quentes de cerqueira cesar. discreto, o espaço é todo sobre o cuidado, a atenção, o amor à madeira e às esculturas que se podem fazer na matéria.
de um tudo nasce no lugar. um tudo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">a oficina de entalhe do senhor giuseppe é lugar de artes e ofícios. é ambiente de cheiro de madeira, de tardes quentes de cerqueira cesar. discreto, o espaço é todo sobre o cuidado, a atenção, o amor à madeira e às esculturas que se podem fazer na matéria.</p>
<p style="text-align: justify;">de um tudo nasce no lugar. um tudo se pode criar, desde que haja interesse e calma, características necessárias à designers de todos os tempos &#8211; os mais clássicos e os mais modernos. cadeiras, florões, anjos &amp; budas, varões, cabeceiras, molduras, mísulas, peanhas&#8230;mesmo, tudo.</p>
<p style="text-align: justify;">um clima paulistano no ar. uma coisa assim nossa, italiana do café, miscelânea sóbria sem igual. atenção e carinho ao trabalho. falta de excesso, por increça que parível (rsrs). eis em foto movimento de envolvimento e resgate digno, digníssimo de quarto &amp; sala.</p>
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		<title>behring</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Aug 2011 23:58:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gabriel</dc:creator>
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		<description><![CDATA[o rio de janeiro é uma coisa assim magnética. gente fina, gente bôua mora por lá. e nós, cinzinhas cosmocócas de sp, adoramos uma ponte aérea basix.
o chamado veio com tarja de &#8220;top urgente&#8221;&#8230;&#8221;corre pra cá&#8221;, disse o tomás, editor e diretor de arte da linda &#8216;o amarello&#8216; (#6 nos pontos de cultura do país, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">o rio de janeiro é uma coisa assim magnética. gente fina, gente bôua mora por lá. e nós, cinzinhas cosmocócas de sp, adoramos uma ponte aérea basix.</p>
<p style="text-align: justify;">o chamado veio com tarja de &#8220;top urgente&#8221;&#8230;&#8221;corre pra cá&#8221;, disse o tomás, editor e diretor de arte da linda &#8216;<strong>o amarello</strong>&#8216; (#6 nos pontos de cultura do país, btw&#8230;). &#8220;vem fotografar o lugar mais incrível de todos os tempos da última semana&#8221;&#8230;ou coisa que o valha!</p>
<p style="text-align: justify;">a behring é, sim, de tirar o fôlego. antiga fábrica de doces e balas da gema, já cariou os dentes que tinha que cariar. aluga, hoje, seus inúmeros metros quadrados para os artistas plásticos de plantão. trabalham, então, em ritmo paralelo, profissionais liberais do sentimento e da emoção como que a reverenciar maneira outra de se viver, conviver, trabalhar.</p>
<p style="text-align: justify;">o espaço em sua proporção universal, seus vazios e seus restos, encherá de curiosidade o olho do passante. registra-se então, em mais uma visita amarella, outro espaço de trabalho incomum &amp; belo, como a vida deve ser.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
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		<title>MANDA DESCER PRA VER (casa de artigos religiosos do vavá)</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Aug 2011 22:10:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gabriel</dc:creator>
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		<description><![CDATA[hoje de manhã, minha amiga e colega jessica castelari e eu, fotografamos a casa de artigos religiosos do vavá. delícia sem tamanho. deixo aqui em letras a boa, velha e infalível oração do gil, filhos de gandhi. atenção, leitor, para o misch masch de fotos, novo experimentinho, gabu + jess. tudo certo como dois são [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">hoje de manhã, minha amiga e colega jessica castelari e eu, fotografamos a casa de artigos religiosos do vavá. delícia sem tamanho. deixo aqui em letras a boa, velha e infalível oração do gil, filhos de gandhi. atenção, leitor, para o misch masch de fotos, novo experimentinho, gabu + jess. tudo certo como dois são cinco.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p>Omolu, Ogum, Oxum, Oxumaré<br />
Todo o pessoal<br />
Manda descer pra ver<br />
Filhos de Gandhi</p>
<p>Iansã, Iemanjá, chama Xangô<br />
Oxossi também<br />
Manda descer pra ver<br />
Filhos de Gandhi</p>
<p>Mercador, Cavaleiro de Bagdá<br />
Oh, Filhos de Obá<br />
Manda descer pra ver<br />
Filhos de Gandhi</p>
<p>Senhor do Bonfim, faz um favor pra mim<br />
Chama o pessoal<br />
Manda descer pra ver<br />
Filhos de Gandhi</p>
<p>Oh, meu Deus do céu, na terra é carnaval<br />
Chama o pessoal<br />
Manda descer pra ver<br />
Filhos de Gandhi</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Gejo O Maldito</title>
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		<pubDate>Fri, 20 May 2011 20:46:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gabriel</dc:creator>
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		<description><![CDATA[em destaque no mural de fotos do gejo está registrado o momento no qual, aos três anos de idade, deixou o nordeste do brasil para crescer em são paulo. choque cultural na tenra idade é para poucos, viu? não é sem preço que gejo exercita seu talento livre e desempedido. o conhecimento de seus princípios, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">em destaque no mural de fotos do gejo está registrado o momento no qual, aos três anos de idade, deixou o nordeste do brasil para crescer em são paulo. choque cultural na tenra idade é para poucos, viu? não é sem preço que gejo exercita seu talento livre e desempedido. o conhecimento de seus princípios, seus amores, suas dores lhe conferem identidade única e intransferível.</p>
<p style="text-align: justify;">o ícone máximo atual do menino é o tatu. não é só um tatu, um tatu qualquer, é aquele tatu da cachaça, caninha, pinga, infância. vai dizer que não lembra do tatuzinho? estigmatizado mesmo, assim como o passarinho decadente da nestlé. gejo é pich(x)ador, artista plástico, grafiteiro, pensador, gentil, inteligente, sábio, esperto. o menino é legal e não precisa, mesmo, de rótulos, ainda que isso seja impossível de acontecer na cidade e no contexto em que estamos inseridos.</p>
<p style="text-align: justify;">tem em casa uma galeria própria de trabalhos seus e alheios. retalhos de presente, montanas da espanha, alemanha, brasil. interessa é se expressar. tem em casa um arsenal de informação sobre a história do pix(ch)o e do grafitti e dá aulas a respeito. tem em casa uma bela namorada, cerveja, frutas frescas e mais fotos de família. tem também uma cobra engolidora de toy art (!!!) e um burro chamado ramos, hehehe.</p>
<p style="text-align: justify;">da sua janela com vista para o glicério pensa sobre a cidade. sobre a agilidade com a qual se move e no caminho que tem a seguir.</p>
<p style="text-align: justify;">gejo é ao vivo ainda mais bacana do que em todas essas palavras. as fotos, estáticas, ilustram um fim de arte urbano cheio de aprendizado e atenção.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>henrique oliveira</title>
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		<pubDate>Fri, 06 May 2011 19:48:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gabriel</dc:creator>
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		<description><![CDATA[o atelier do henrique apareceu assim de acaso, um chamado, do tomás, d&#8217;o amarello.
uma tarde qualquer na lapa. vizinhos a bater, carros a passar, café a subir, metrôs a pegar.
pouco falei, bastante eu vi. o universo do menino é colorido e tridimensional. te puxa do chão pela cabeça e revira no ar. dá um soco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">o atelier do henrique apareceu assim de acaso, um chamado, do tomás, d&#8217;o amarello.</p>
<p style="text-align: justify;">uma tarde qualquer na lapa. vizinhos a bater, carros a passar, café a subir, metrôs a pegar.</p>
<p style="text-align: justify;">pouco falei, bastante eu vi. o universo do menino é colorido e tridimensional. te puxa do chão pela cabeça e revira no ar. dá um soco no estômago e te põe de volta a olhar. é alegre e sincero. escultural e em madeira. pinturas multi-cor. arte da bôua, da grande, legal. fácil de absorver, se espantar e entrar.</p>
<p style="text-align: justify;">deixo, de novo, pras imagens, o mundo, o henrique.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>segunda-feira, paula &amp; gustavo&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Apr 2011 00:09:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gabriel</dc:creator>
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		<description><![CDATA[não fôssemos siderados do cotidiano, atentaríamos aos pontos com nó que a vida contemporânea dá. o gustavo é de uma época de fusca &#8211; menino zanzando e causando pela cidade; vivendo e aprendendo pelos litorais. cozinhando, crescendo, fazendo. já a paula vem de ninho de amigos próximos e amados. sempre ouvi da poul. até que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">não fôssemos siderados do cotidiano, atentaríamos aos pontos com nó que a vida contemporânea dá. o gustavo é de uma época de fusca &#8211; menino zanzando e causando pela cidade; vivendo e aprendendo pelos litorais. cozinhando, crescendo, fazendo. já a paula vem de ninho de amigos próximos e amados. sempre ouvi da poul. até que se materializou em formato de menina sensível e atenta. são, já, peças únicas da minha vida e da vida ao redor.</p>
<p style="text-align: justify;">estão juntos e alegres há 3 anos. se tratam de &#8220;gatu&#8221;,  jeito moderno de confundir o quem é quem, o quem faz o quê. porque o gustavo cozinha e a paula mete as mãos em pedras e metais. chef, joalheira, artistas, sensíveis, sensatos. casa em preto e branco e repertório bordado em banho maria. intermináveis pesquisas mundo afora salpicam de referências a casa, daquelas, do tipo, de abajures.</p>
<p style="text-align: justify;">a cozinha à meia luz pacifica qualquer segunda-feira. o escritório é comunista: mesas pra dois. temperos, asas de borboleta, gueixas, boa música, água mineral, cerveja de garrafa, drambuie. mil e oitocentas peças de um grande lego formam um grande todo que é a nova casa deste casal, delícia, juntos a crescer!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Casa Animada</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Apr 2011 22:56:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gabriel</dc:creator>
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		<description><![CDATA[a casa da luciana e do carlos lembra um conto da infância. um daqueles de fitinha cassete de cor verde. a casa da história crescia meio em à cidade. nascida no (outrora) campo, assustava-se com o nascimento das irmãs esnobes de olhos-janelões e bocarra em forma de porta. sofria com bolas da rua que lhe [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">a casa da luciana e do carlos lembra um conto da infância. um daqueles de fitinha cassete de cor verde. a casa da história crescia meio em à cidade. nascida no (outrora) campo, assustava-se com o nascimento das irmãs esnobes de olhos-janelões e bocarra em forma de porta. sofria com bolas da rua que lhe rompiam vidraças. engolia fuligem e por fim via o crescimento de dois prediões vizinhos e grandalhões. o tempo trazia a desatenção, o esquecimento e ao mesmo tempo prédios vizinhos e idiotas passavam a cuspir seus restos por sobre a casinha. tristeza urbana. mas ao longo dos tic tacs entra em cena finalmente outra personagem deste conto: a consciência. ela traz consigo o cuidado e o apreço pelos centros urbanos. é assim então que uma família dedicada e amorosa compra e casa e a cuida, nutre e quer! e a garota volta a ser amada e iluminada, querida e acolhedora.</p>
<p style="text-align: justify;">clichês da disney à parte, a história desta residência em perdizes, são paulo, é sim de inspiração pra paulo mendes da rocha nenhum botar defeito. dentro dela, a luz das amplas janelas da casa do século passado. o rendilhado preocupado das grades de alguma época do meio do caminho. o cuidado do restauro no painel em azulejo resgatado da panificadora do bairro e o alento da mesa de almoço no pátio permisissivo da luciana. sem contar os gatos, os cachorros e um doce de menina de um lado para o outro em manhã de abril com cheiro de abobrinha rolando solto.</p>
<p style="text-align: justify;">a cor de rosa do muro, a não seriedade do piso de cacos de ladrilho. o ladrilho achado no porão da casa. tudo, tudo é bem, muito bem nutrido e cuidado. em tempos de mudança o cheiro da vida da casa da luciana e carlos é pulmão cheio na certa dos corpinhos paulistanos.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>casa véia</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Mar 2011 19:01:08 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[mais de mês se passou. quarto &#38; sala calou. todo profissional tira férias, (quase) todo mundo tem décimo terceiro salário. quarto &#38; sala toma fôlego. quarto &#38; sala ama o que faz.
nessas de colar lambe-lambe pela cidade quarto &#38; sala conheceu a jess. interessada mandou e-mail. inteligente e cativante engatou amizade e concluiu, junto, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">mais de mês se passou. quarto &amp; sala calou. todo profissional tira férias, (quase) todo mundo tem décimo terceiro salário. quarto &amp; sala toma fôlego. quarto &amp; sala ama o que faz.</p>
<p style="text-align: justify;">nessas de colar lambe-lambe pela cidade quarto &amp; sala conheceu a jess. interessada mandou e-mail. inteligente e cativante engatou amizade e concluiu, junto, que é olho gêmeo. vê beleza similar na história, nos rastros, no brasileiro, inesperado, misterioso.</p>
<p style="text-align: justify;">bateu à porta semana passada. &#8220;cadê mais historinhas?&#8221;, disse ela. reviravoltas na cabeça pediram pra que jess entrasse nesse mundo e desse pinta por aqui. traz, hoje, ao formato etc.br, as fotos da casa véia, como chamou ela.</p>
<p style="text-align: justify;">a casa é a única inabitada deste blog. ou ao menos, recém abandonada. tem o cheiro dos donos. a cor dos donos, a alma dos donos. é como se ainda fossem donos. e presentes em reiligião e pornografia, em calor de ventilador e bote. infância de carrinho vermelhão. a casa é repleta de vida, ainda que temporariamente morta. morta? casas não morrem.</p>
<p style="text-align: justify;">mais uma historinha caseira, caros companheiros. mais um monte de foto de reverência e respeito.</p>
<p style="text-align: justify;">obrigado, olho, pela presença!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>adriana p.</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Feb 2011 16:45:58 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">tal qual a coelho de lewis carrol, meu amigo lucas é corrido, bem corrido. te pega pelo braço e te faz pensar em algo distinto. nessas, me arrastou alguns degraus abaixo e me jogou em um universo bem particular. a casa da adriana peliano, sua vizinha, é daquelas que contam histórias sem palavras, que evidenciam paixões sem pé nem cabeça e cativam/amedrontam aquele que olha pela fechadura. adriana é de brasília, formada em comunicação e design, mas encontrou no conto de certa alice um país de maravilhas (urgh, perdoem o trocadilho). cativa diversos blogs, interpreta o conto por diversos prismas, ilustrou e ilustra aquilo o que quer, precisa.</p>
<p style="text-align: justify;">a cor, no apartamento, é fio condutor da lógica dele. a fantasia também é. pois sim, caro leitor, juntos garantimos a você: não há regra que determine o bem viver.  não há veludo devorée e não há gaze de linho. há, no entanto, poção no fundo de poço e kandinsky convidando a deitar.</p>
<p style="text-align: justify;">maestra dos contos, adriana usa títeres para entender a si e a seu mundo; o mundo e seus acontecimentos. todos nós passamos pela infância &#8211; e mais -  não passamos incólumes. absovermos as regras dos irmãos grimm, os aprendizados de walt disney para um dia enfim interpretarmos no teatro cotidiano o que assimilamos sobre bem &amp; mal, cisne branco &amp; cisne negro.</p>
<p style="text-align: justify;">campo minado de delícias e carinhos, afeitvo, o apartamento é pulsante. há espaço para quarto-paralelo onde o marido de adriana pratica música em orgãos e teclados e há também espaço para bagunças  e instalações. controles remoto, dvds e maçãs sãs e envenenadas. alas abertas para banheiro comunicativo e tapeçarias libanesas, por que não? por todos os caminhos, a maneira de morar de mais essa pequena família da sufocante cidade de são paulo, explora o único, o que diz respeito ao indivíduo, ao coletivo, ao crescimento e ao amor. parece ao quarto &amp; sala encantador de maneira visual e filosófica e arranca mais alguns suspiros observativos de mim, de ti, de nós&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">p.s. o lindo retrato da adriana só poderia ter acontecido em momento de calma e intimidade, pelos olhos de seu marido.</p>
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