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	<title>Quarto &#38; Sala</title>
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		<title>cisco vasques</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Aug 2012 20:44:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gabriel</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por sobre o viaduto de santa efigênia, por sobre o vale do anhangabaú. numa cúpula, numa cúpula, ele mora. antiga morada temporária dum desses fazendeiros de são paulo, antiga garçonière dum desses fazendeiros de são paulo. daí, veio o tempo. martinelli já não é mais martinelli. e trouxe consigo suas ações, as ações do tempo: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">por sobre o viaduto de santa efigênia, por sobre o vale do anhangabaú. numa cúpula, numa cúpula, ele mora. antiga morada temporária dum desses fazendeiros de são paulo, antiga garçonière dum desses fazendeiros de são paulo. daí, veio o tempo. martinelli já não é mais martinelli. e trouxe consigo suas ações, as ações do tempo: ressuscitar uma cúpula, dar nova e vibrante vida a uma cúpula!</p>
<p style="text-align: justify;">cisco vasques é gaúcho e já mora em são paulo há alguns anos. diretor de arte e fotógrafo. músico e maquiador. cisco diz que  &#8221;trabalhar com arte é um mundo focado em viver livremente ao invés de viver o que você pode&#8221;&#8230; trabalhar com arte é escolher para sua vida uma casa sem quatro cantos; uma vista mais simbólica do que a de um ibirapuera. é criar para o seu cotidiano repertório sui generis e inovador.</p>
<p style="text-align: justify;">são paulo, agora, já cresce para seu centro. até o universo já entendeu que seu crescimento se torna exaustivo enquanto acontece de maneira periférica. até o infinito já se deu conta do valor histórico que cada rincão da são bento tem, cada janela da tabatinguera tem. no entanto, ainda, sim, são poucos os bravos que fazem disso (sua maravilhosa) rotina e realidade. cisco é um deles.</p>
<p style="text-align: justify;">a cúpula é a cobertura de um belo e antiquíssimo prédio alí na brigadeiro tobias. tem dois andares. no primeiro, vence-se uma galeria (banheiro de um lado e cozinha d´outro) para se chegar à grande sala de altas janelas. alí, tudo à mão: piano, bateria, iMac, chesterfield&#8230;e à vista: são paulo aos pés. uma escada redonda em madeira polida leva ao quarto, igualmente redondo. colchão no chão, mais um instrumento musical, uma cartola. é preciso cuidado e atenção para não se deixar levar pela fantasia, pelo clima. é possível ouvir sinos de uma igreja, o bater de asas&#8230;é preciso cuidado: estes ruídos não existem nem existiram durante toda minha presença em casa de cisco.</p>
<p style="text-align: justify;">difícil explicar, já havia dito uma amiga em comum. soube de outros casos de moradores das cúpulas do centro. conheço alguns bons (muitos) cantos de lá. mas este, do cara, é especial. impregnado por sua expressão e talento, a casa do cisco é atípica e atemporal, dessas que tombam o queixo e nos fazem pensar no velho &amp; novo, e sonhar. sonhar com menos pretensão a la neo-clássico, com mais pé no chão a la galeria do rock!</p>
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		<title>fernando sommer @ casa 92</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Jul 2012 13:32:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gabriel</dc:creator>
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		<category><![CDATA[casa 92]]></category>
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		<description><![CDATA[o largo de pinheiros virá a ser, caro leitor, ponto turístico em são paulo. anote mais este ditâme do quarto &#38; sala! nele, hoje, pioneira é uma casinha daquelas de árvores frondosas e luzes de cordão a colorir a noite paulistana.
a casa 92 é um clube, tem música, drinks e comidinhas. tem pista, fumoir e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">o largo de pinheiros virá a ser, caro leitor, ponto turístico em são paulo. anote mais este ditâme do <a href="http://www.quartoesala.etc.br">quarto &amp; sala</a>! nele, hoje, pioneira é uma casinha daquelas de árvores frondosas e luzes de cordão a colorir a noite paulistana.</p>
<p style="text-align: justify;">a <a href="http://casa92.blogspot.com.br/">casa 92</a> é um clube, tem música, drinks e comidinhas. tem pista, <em>fumoir </em>e <em>lounge. </em>mas é antes disso, uma casa. e das casas uma das mais absurdas &amp; abusadas, fervidas &amp; animadas.</p>
<p style="text-align: justify;">pela noite, lá, refastela-se por entre almofadas de caveiras mexicanas e de estampa 70s. estabelece-se longos e sérios debates com a nobreza dos bichos, realeza da fauna, exposta nas paredes. joga-se sinuca, em acontecendo um convite da família. bate-se um papo à cozinha, quem sabe confere-se o conteúdo da geladeira. fernando sommer, à frente da casa, é risada gostosa e fácil ecoando pela  noite.</p>
<p style="text-align: justify;">toda a estadia na casa é sensorial, aguça a visão, olfato, audição, paladar. merece uma, muitas, noites de todas as peraltices descritas acima. considere também diversão maior, daquelas de descabelo na pista e conversinhas ao pé do ouvido.</p>
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		<title>adônis</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jun 2012 19:36:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gabriel</dc:creator>
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		<description><![CDATA[vez ou outra depara-se na vida com um´a alma criteriosa. dessas de olho de águia, sempre atento a trejeitos e detalhes, histórias e desenhos. tempos atrás conheci em meu prédio ele, dono dess´a alma, adonis galvão. designer de beleza singular é também mineiro de cidade dessas de repertório modernista. dessas de obras de niemeyer a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">vez ou outra depara-se na vida com um´a alma criteriosa. dessas de olho de águia, sempre atento a trejeitos e detalhes, histórias e desenhos. tempos atrás conheci em meu prédio ele, dono dess´a alma, adonis galvão. designer de beleza singular é também mineiro de cidade dessas de repertório modernista. dessas de obras de niemeyer a ensinar seus filhos a entender e degustar o bom desenho limpo de aspirações comunistas.</p>
<p style="text-align: justify;">morava o tal garoto no edifício eiffel, à praça da república. o apego ao véio (sim, o véio oscar!) latente fez com que ao mudar de casa permanecesse nos domínios desenhísticos do arquiteto: mudou-se para o copan. uma das quitinetes mais altas do edifício acabou nas mãos de adônis. tendo comprado sua unidade do trigésimo segundo andar, pôde intervir em seus acabamentos desgastados e trazer à tona toda a luz e espaço que somente as quitinetes do copan têm. cimento queimado, tacos raspados, novo layout para área funcional. tudo, tudo funciona bem no copan.</p>
<p style="text-align: justify;">o mobiliário escolhido &amp; colecionado por adônis ao longo de sua vida é coeso e de simplicidade relevante. ainda mais importante em morada de espaço reduzido. suas obras de arte, as fotos de amigos, luminárias magistretti, a cama minimalista geraldo de barros&#8230;tudo, tudo é conjunto em obra de resultado estético e funcional impecável.</p>
<p style="text-align: justify;">adônis cria nas alturas do centro um repertório tão seu. desenha em precisão milimétrica suas paralelas bem arquitetadas e seu design livre em flor. compõe em branco e preto, em jacarandá e cores kennedy bahia sua morada, seu escritório, seu lar! é exemplo de que menos é mais, sempre, sempre&#8230;</p>
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		<title>penha e jimmy</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Jun 2012 22:24:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gabriel</dc:creator>
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		<description><![CDATA[penha e jimmy, mais uma grata surpresa. dessas inesperadas mesmo, sopetão pleno, uma coisa assim como quando te encomendam um trampo às vésperas de um feriado nacional. amigos da lu e do carlinhos que são amigos da ida. outro caso de amigos de amigos, freunde von freunden.
mais ou menos como eu os achei, eles acharam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">penha e jimmy, mais uma grata surpresa. dessas inesperadas mesmo, sopetão pleno, uma coisa assim como quando te encomendam um trampo às vésperas de um feriado nacional. amigos da lu e do carlinhos que são amigos da ida. outro caso de amigos de amigos, <em><a href="http://www.freundevonfreunden.com/pt/">freunde von freunden</a></em>.</p>
<p style="text-align: justify;">mais ou menos como eu os achei, eles acharam sua casa, lá pelo bairro do sumarezinho. a estrutura de linhas retas do imóvel, seu número em placa acrílica e luminosa à fachada, encantaram penha e jimmy. uma reforma trouxe vigor, criou novos espaços que fossem ideais para seus usos, abriu passagens às pessoas e sua circulação, permitiu invasões mais constantes da luz do sol, aquele papo que a gente lê e relê nas revistas especializadas.  mas não tá aí o trunfo, o carisma, da casa da família. são os pedaços das suas vidas, suas filhas, a foto da turma de amigos em gonçalves, o guarda-corpo da escada em madeira de aproveitamento confeccionado pelo amigo das artes, os móveis muitos dos também amados outros queridos da família, estas peças do quebra-cabeças, sim, que constroem a bela casa de linhas retas com boa circulação e rasgos para a entrada constante do sol.</p>
<p style="text-align: justify;">não é da boa arquitetura que o amor é feito. não somente em boas residências que boas famílias são constituídas. é, quando há (muitas e boas)  memórias, que a história começa a facilitar&#8230;</p>
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		<title>vicente negrão</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Apr 2012 18:29:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gabriel</dc:creator>
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		<description><![CDATA[a casa do vicente é uma casa de cantinhos, disse um amigo em comum. casa de cantinhos&#8230;era preciso ver para crer.
logo à porta, pah!, amarelo ovo, amarelo ouro! a cor no seu tom mais vibrante, estimulante, repele ao lado de fora qualquer energia mais cinza que a cidade e/ou a pessoa possam trazer.
vencida esta etapa, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">a casa do vicente é uma casa de cantinhos, disse um amigo em comum. casa de cantinhos&#8230;era preciso ver para crer.</p>
<p style="text-align: justify;">logo à porta, pah!, amarelo ovo, amarelo ouro! a cor no seu tom mais vibrante, estimulante, repele ao lado de fora qualquer energia mais cinza que a cidade e/ou a pessoa possam trazer.</p>
<p style="text-align: justify;">vencida esta etapa, os cantinhos, desavergonhados, vão se desvendando:  a recepcionar, o da tevê, gostoso. na sequência, nada incólume, o cantinho do jantar. escada acima, o quarto. corredor adiante, o banheiro, porta afora, o jardim suspenso.</p>
<p style="text-align: justify;">a casa do vicente é uma dessas de modelo de vila, de bairro, daquelas tipo geminadas. e são daquelas que em uma manhã de domingo aconchega seu habitante em silêncio. especulações do quarto &amp; sala, sim. mas talvez fosse isso que o tal amigo quisesse dizer, os cantinhos. todas as plantas do vicente, suas bananeiras, suas suculentas, seus bastões do imperador&#8230; uma pessoa não cultiva plantas sem colher os bons frutos (e flores) que elas trazem! e além disso cada um desses cenários, cantinhos, evidentemente cumprem sua função. a sala de jantar é pensada para abraçar os convivas, tudo por ali realmente parece ter boa forma e bom uso. a de TV tem trejeitos de tragar seu dono em fins de noites preguiçosas, e o jardim, ah, o jardim&#8230;quase que te implora por uns minutinhos de sol matutino.</p>
<p style="text-align: justify;">este ensaio é daqueles que te jogam a realmente passear pela casa alheia, no caso, de novo, a casa do vicente. desvendar todo enredo e repertório é gostoso e faz imaginar. os detalhes são ricos não só representam a personalidade do dono, mas sim, também as personalidades de amigos do dono. é ensaio que de pano pra manga, de identidade forte e de cores de um menino bonito e doce da cidade de são paulo.</p>
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		<title>chez sabet</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Apr 2012 14:29:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gabriel</dc:creator>
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		<description><![CDATA[caroline do amaral sabet. carol sabet. sabet. menina sensível, dos olhos verdes, ora acinzetados, ora amarelados, sempre enigmáticos. não poderia ter para sua morada um lugar convencional, desses daí do mercado. são tantas as suas paixões, seus estudos, seus talentos, que coordenou para si um refúgio em são paulo, uma cabana pós-moderna para chamar de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">caroline do amaral sabet. carol sabet. sabet. menina sensível, dos olhos verdes, ora acinzetados, ora amarelados, sempre enigmáticos. não poderia ter para sua morada um lugar convencional, desses daí do mercado. são tantas as suas paixões, seus estudos, seus talentos, que coordenou para si um refúgio em são paulo, uma cabana pós-moderna para chamar de sua.</p>
<p style="text-align: justify;">não conseguiria se deixar envolver pela onda cinza do concreto. menos ainda pelos tons fortes que se usam nas decorações-poulain contemporâneas. precisou da natureza (urbana) ao seu redor. da palha das palmeiras tecidas qual cortina para filtrar o pôr-do-sol absurdo que acontece no caminho para a zona sul da cidade. precisou das luzes natalinas a pirilampear tais quais vaga-lumes. dos estudos anatômicos que não nos deixam esquecer, por um minuto sequer, de que somos todos feitos de carne &amp; osso. carol, sabet, pensa o mundo em modo seu, observando o cosmos e o crescer das plantas de plástico. não-óbvio assim.</p>
<p style="text-align: justify;">ama se balançar pois o vento em seu rosto não a deixa esquecer da grandiosidade do mundo. suas raízes são brasileiras e egípcias. passam pela inglaterra também, arriscaria ainda mais. ama festejar, criar, rir. mas ama e pede silêncio, espaço, ar. essa menina mulher da pele alva é assim tão ela que  tudo o que é seu tem uma história a contar. e é assim, dessa maneira fotográfica que passamos a compreender melhor o tamanho deste universo chamado, repito, carol sabet!</p>
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		<title>valentina jaskow</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Mar 2012 20:54:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[uma onda personalíssima toma de assalto o quarto &#38; sala. nessas, não é possível negar que todo o repertório jaskow mac nicol me é familíar, muito familiar. aos 12 anos de idade costumava atravessar o bairro, samantha na coleira, para visitar minha melhor amiga, vizinha de carteira escolar, elizabeth. já naquela época tropeçava pelas calçadas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">uma onda personalíssima toma de assalto o quarto &amp; sala. nessas, não é possível negar que todo o repertório jaskow mac nicol me é familíar, muito familiar. aos 12 anos de idade costumava atravessar o bairro, samantha na coleira, para visitar minha melhor amiga, vizinha de carteira escolar, elizabeth. já naquela época tropeçava pelas calçadas, olhos vidrados nas casas do bairro, nas flores das árvores mais altas, nos costumes e na rotina da vida de uma tarde, maravilhosa como só à tarde os costumes e a rotina podem ser.</p>
<p style="text-align: justify;">as visitas eram pontuadas por encenações. beth e eu tirávamos proveito do cenário criado por sua mãe (e antiquária) valha, para sermos napoleão e maria antonieta, entre capas e vestidos improvisados. outras vezes éramos banda de rock, tocávamos qualquer coisa, qualquer objeto que estivesse ao nosso alcance. também costumávamos espantar o mendigo que morava escondido no arbusto do jardim com esguichadas fortes e precisas. o nome dele era &#8220;inquilino&#8221;, sighs, &#8230; dávamos nomes aos personagens das pinturas das paredes. um deles, o pianista, era ao nosso ver herson capri. sem comentários.</p>
<p style="text-align: justify;">crescemos e mudamos. de casa e de pensamentos. valha, valentina jaskow, alheia a mediocridade da ação do tempo (uma das mulheres mais lindas e elegantes que eu conheço), é que é o real objeto de estudo deste ensaio. mudou-se do casarão e levou consigo o que era na sua coleção o mais leve e precioso. a estampa dos sofás e os arranjos de objetos dourados, toda a influência que sua a vida lhe deu de presente. xadrêzes, porcelanas, seus mais de mil títulos sobre a ciência do antiquariato. tudo é tão seu e despretensiosamente ignora modas e costumes regurgitados por revistas e publicações contemporâneas. esta é a casa de valentina! mas ainda é também da elizabeth, da tatiana e do pawel. e ainda dos netos e seus sorrisos nos porta-retatos. e por fim também do ALF, ETeimoso de pelúcia , eterno preguiçoso, sempre a roncar.</p>
<p style="text-align: justify;">este post é mais um afetivo. mas q&amp;s (e eu) não dá (damos) damos ponto sem nó. além de afetivo é redondo, impecável, repleto de história e personalidade. é um post leve e com cor de pôr- do-sol, porque sempre achei que valentina combinava com a luz dessa hora da tarde&#8230;</p>
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		<title>bia villarinho</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Mar 2012 14:49:35 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[vizinhança é o tema, posso assim dizer. nessas, a bia villarinho ocupa o mais alto cargo da categoria `vizinhos´. não somente pela proximidade de nossas rotinas, mas sim porque já éramos amigos, conhecidos, colegas. eu era o menino das sereias, ela a moça do conteúdo. sem pressa nenhuma nos aproximamos. sem pressa nenhuma a vida [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">vizinhança é o tema, posso assim dizer. nessas, a bia villarinho ocupa o mais alto cargo da categoria `vizinhos´. não somente pela proximidade de nossas rotinas, mas sim porque já éramos amigos, conhecidos, colegas. eu era o menino das sereias, ela a moça do conteúdo. sem pressa nenhuma nos aproximamos. sem pressa nenhuma a vida nos fez morar na mesma rua. já agora, com alguma pressa, ansiamos pela hora (feliz) do encontrinho noturno, dos papos sobre nossas diferenças &amp; sobre nossas igualdades.</p>
<p style="text-align: justify;">seu apartamento é desses que dá de cara com a rua. prédio fofo, 3 andares, plantas, bichos sem rede de proteção. costumamos dizer que as imperfeições dele (o prédio) são um charme&#8230;para quem não mora nele. bah, bia, grande mentira! quero te ver morar no prédio roxo aqui da frente.</p>
<p style="text-align: justify;">a composição do apartamento da pimentinha (hehe, nunca tinha feito essa comparação boba porém cheia de sentido) é sua, particular. coleção das suas paixonites de design ao longo de sua vida: tapete com desenhos de miró, mesa de centro feita pelo amigo, abajur encomendado em londres, suas cadeiras cimo, seu quarto verde. bem, sem falar da grande estrela, vedette da casa, a gata linda e peluda branquinha (alusão à pinga nossa de cada dia?)&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">a casa da bia é despretensiosa mas uma das mais graciosas que eu conheço. sorte, sorte a minha ela estar a  alguns passos da minha própria casinha!</p>
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		<title>helena</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Mar 2012 18:05:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[helena é minha vizinha. minha mais próxima vizinha. além de questões espaciais (da porta da minha casa vejo a porta da casa dela) nos damos bem. quem sabe seja assim uma questão alemã, por dizer. uma maneira de admirar certa seriedade debochada, certa assertividade tortuosa, certo humor um tanto azedo, tipo sauerkraut mesmo.
na casa da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">helena é minha vizinha. minha mais próxima vizinha. além de questões espaciais (da porta da minha casa vejo a porta da casa dela) nos damos bem. quem sabe seja assim uma questão alemã, por dizer. uma maneira de admirar certa seriedade debochada, certa assertividade tortuosa, certo humor um tanto azedo, tipo <em>sauerkraut</em> mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">na casa da helena têm vez os brinquedos waldorf  (nathalia, a boneca de pau, corda e trapo), a boa música, as belas pinturas e a bela luz dos janelões. na casa da helena têm vez os bons filmes, bom papo, seus netos, suas lembranças. é um desses casos residenciais que teletransportam pra tempo X, Y, Z&#8230;qualquer tempo que não seja este atual (pense em passado E futuro, ok?).</p>
<p style="text-align: justify;">este é um dos poucos quarto &amp; sala do meu bairro, um dos muitos dentre estes anos desta brincadeira e de fato um já querido, preferido quarto &amp; sala.</p>
<p style="text-align: justify;">obrigado, helena!</p>
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		<title>Judy &amp; Marc</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Mar 2012 21:02:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gabriel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Apartamentos]]></category>
		<category><![CDATA[barcelona]]></category>
		<category><![CDATA[jessica castelari]]></category>
		<category><![CDATA[judy kaufman]]></category>
		<category><![CDATA[marc sparfel]]></category>
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		<description><![CDATA[Quando entrei na casa de Judy e Marc, por um instante me esqueci que estava tremendo de frio nas ruas geladas do inverno de Barcelona. O sol que invade a casa revela as cores das declarações de amor em cada cantinho, dividindo espaço com os trabalhos dos dois: Judy é ilustradora e Marc, escultor
A harmonia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Quando entrei na casa de<a href="http://judykaufmann.com/"> Judy</a> e <a href="http://quartoesala.etc.br/wp-admin/www.marcsparfel.com">Marc</a>, por um instante me esqueci que estava tremendo de frio nas ruas geladas do inverno de Barcelona. O sol que invade a casa revela as cores das declarações de amor em cada cantinho, dividindo espaço com os trabalhos dos dois: Judy é ilustradora e Marc, escultor</p>
<p style="text-align: justify;">A harmonia da casa é tão visível que quase confundo a personalidade dos donos com a personalidade da casa. Nada, nada ali ocupa o espaço por acaso. Chego a pensar que algumas coisinhas têm o prazer de estar ali, dividindo o espaço com mentes criativas tão queridas. A arte de Marc, o traço de Judy. Brinquedos aleatórios, plantas sentadas em bancos. Este canto espanhol, universal, é desenhado com o carinho que se faz uma linda ilustração.</p>
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