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	<title>Quarto &#38; Sala</title>
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		<title>vicente negrão</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Apr 2012 18:29:53 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[a casa do vicente é uma casa de cantinhos, disse um amigo em comum. casa de cantinhos&#8230;era preciso ver para crer.
logo à porta, pah!, amarelo ovo, amarelo ouro! a cor no seu tom mais vibrante, estimulante, repele ao lado de fora qualquer energia mais cinza que a cidade e/ou a pessoa possam trazer.
vencida esta etapa, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">a casa do vicente é uma casa de cantinhos, disse um amigo em comum. casa de cantinhos&#8230;era preciso ver para crer.</p>
<p style="text-align: justify;">logo à porta, pah!, amarelo ovo, amarelo ouro! a cor no seu tom mais vibrante, estimulante, repele ao lado de fora qualquer energia mais cinza que a cidade e/ou a pessoa possam trazer.</p>
<p style="text-align: justify;">vencida esta etapa, os cantinhos, desavergonhados, vão se desvendando:  a recepcionar, o da tevê, gostoso. na sequência, nada incólume, o cantinho do jantar. escada acima, o quarto. corredor adiante, o banheiro, porta afora, o jardim suspenso.</p>
<p style="text-align: justify;">a casa do vicente é uma dessas de modelo de vila, de bairro, daquelas tipo geminadas. e são daquelas que em uma manhã de domingo aconchega seu habitante em silêncio. especulações do quarto &amp; sala, sim. mas talvez fosse isso que o tal amigo quisesse dizer, os cantinhos. todas as plantas do vicente, suas bananeiras, suas suculentas, seus bastões do imperador&#8230; uma pessoa não cultiva plantas sem colher os bons frutos (e flores) que elas trazem! e além disso cada um desses cenários, cantinhos, evidentemente cumprem sua função. a sala de jantar é pensada para abraçar os convivas, tudo por ali realmente parece ter boa forma e bom uso. a de TV tem trejeitos de tragar seu dono em fins de noites preguiçosas, e o jardim, ah, o jardim&#8230;quase que te implora por uns minutinhos de sol matutino.</p>
<p style="text-align: justify;">este ensaio é daqueles que te jogam a realmente passear pela casa alheia, no caso, de novo, a casa do vicente. desvendar todo enredo e repertório é gostoso e faz imaginar. os detalhes são ricos não só representam a personalidade do dono, mas sim, também as personalidades de amigos do dono. é ensaio que de pano pra manga, de identidade forte e de cores de um menino bonito e doce da cidade de são paulo.</p>
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		<title>chez sabet</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Apr 2012 14:29:36 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[caroline do amaral sabet. carol sabet. sabet. menina sensível, dos olhos verdes, ora acinzetados, ora amarelados, sempre enigmáticos. não poderia ter para sua morada um lugar convencional, desses daí do mercado. são tantas as suas paixões, seus estudos, seus talentos, que coordenou para si um refúgio em são paulo, uma cabana pós-moderna para chamar de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">caroline do amaral sabet. carol sabet. sabet. menina sensível, dos olhos verdes, ora acinzetados, ora amarelados, sempre enigmáticos. não poderia ter para sua morada um lugar convencional, desses daí do mercado. são tantas as suas paixões, seus estudos, seus talentos, que coordenou para si um refúgio em são paulo, uma cabana pós-moderna para chamar de sua.</p>
<p style="text-align: justify;">não conseguiria se deixar envolver pela onda cinza do concreto. menos ainda pelos tons fortes que se usam nas decorações-poulain contemporâneas. precisou da natureza (urbana) ao seu redor. da palha das palmeiras tecidas qual cortina para filtrar o pôr-do-sol absurdo que acontece no caminho para a zona sul da cidade. precisou das luzes natalinas a pirilampear tais quais vaga-lumes. dos estudos anatômicos que não nos deixam esquecer, por um minuto sequer, de que somos todos feitos de carne &amp; osso. carol, sabet, pensa o mundo em modo seu, observando o cosmos e o crescer das plantas de plástico. não-óbvio assim.</p>
<p style="text-align: justify;">ama se balançar pois o vento em seu rosto não a deixa esquecer da grandiosidade do mundo. suas raízes são brasileiras e egípcias. passam pela inglaterra também, arriscaria ainda mais. ama festejar, criar, rir. mas ama e pede silêncio, espaço, ar. essa menina mulher da pele alva é assim tão ela que  tudo o que é seu tem uma história a contar. e é assim, dessa maneira fotográfica que passamos a compreender melhor o tamanho deste universo chamado, repito, carol sabet!</p>
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		<title>valentina jaskow</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Mar 2012 20:54:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gabriel</dc:creator>
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		<description><![CDATA[uma onda personalíssima toma de assalto o quarto &#38; sala. nessas, não é possível negar que todo o repertório jaskow mac nicol me é familíar, muito familiar. aos 12 anos de idade costumava atravessar o bairro, samantha na coleira, para visitar minha melhor amiga, vizinha de carteira escolar, elizabeth. já naquela época tropeçava pelas calçadas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">uma onda personalíssima toma de assalto o quarto &amp; sala. nessas, não é possível negar que todo o repertório jaskow mac nicol me é familíar, muito familiar. aos 12 anos de idade costumava atravessar o bairro, samantha na coleira, para visitar minha melhor amiga, vizinha de carteira escolar, elizabeth. já naquela época tropeçava pelas calçadas, olhos vidrados nas casas do bairro, nas flores das árvores mais altas, nos costumes e na rotina da vida de uma tarde, maravilhosa como só à tarde os costumes e a rotina podem ser.</p>
<p style="text-align: justify;">as visitas eram pontuadas por encenações. beth e eu tirávamos proveito do cenário criado por sua mãe (e antiquária) valha, para sermos napoleão e maria antonieta, entre capas e vestidos improvisados. outras vezes éramos banda de rock, tocávamos qualquer coisa, qualquer objeto que estivesse ao nosso alcance. também costumávamos espantar o mendigo que morava escondido no arbusto do jardim com esguichadas fortes e precisas. o nome dele era &#8220;inquilino&#8221;, sighs, &#8230; dávamos nomes aos personagens das pinturas das paredes. um deles, o pianista, era ao nosso ver herson capri. sem comentários.</p>
<p style="text-align: justify;">crescemos e mudamos. de casa e de pensamentos. valha, valentina jaskow, alheia a mediocridade da ação do tempo (uma das mulheres mais lindas e elegantes que eu conheço), é que é o real objeto de estudo deste ensaio. mudou-se do casarão e levou consigo o que era na sua coleção o mais leve e precioso. a estampa dos sofás e os arranjos de objetos dourados, toda a influência que sua a vida lhe deu de presente. xadrêzes, porcelanas, seus mais de mil títulos sobre a ciência do antiquariato. tudo é tão seu e despretensiosamente ignora modas e costumes regurgitados por revistas e publicações contemporâneas. esta é a casa de valentina! mas ainda é também da elizabeth, da tatiana e do pawel. e ainda dos netos e seus sorrisos nos porta-retatos. e por fim também do ALF, ETeimoso de pelúcia , eterno preguiçoso, sempre a roncar.</p>
<p style="text-align: justify;">este post é mais um afetivo. mas q&amp;s (e eu) não dá (damos) damos ponto sem nó. além de afetivo é redondo, impecável, repleto de história e personalidade. é um post leve e com cor de pôr- do-sol, porque sempre achei que valentina combinava com a luz dessa hora da tarde&#8230;</p>
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		<title>bia villarinho</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Mar 2012 14:49:35 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[vizinhança é o tema, posso assim dizer. nessas, a bia villarinho ocupa o mais alto cargo da categoria `vizinhos´. não somente pela proximidade de nossas rotinas, mas sim porque já éramos amigos, conhecidos, colegas. eu era o menino das sereias, ela a moça do conteúdo. sem pressa nenhuma nos aproximamos. sem pressa nenhuma a vida [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">vizinhança é o tema, posso assim dizer. nessas, a bia villarinho ocupa o mais alto cargo da categoria `vizinhos´. não somente pela proximidade de nossas rotinas, mas sim porque já éramos amigos, conhecidos, colegas. eu era o menino das sereias, ela a moça do conteúdo. sem pressa nenhuma nos aproximamos. sem pressa nenhuma a vida nos fez morar na mesma rua. já agora, com alguma pressa, ansiamos pela hora (feliz) do encontrinho noturno, dos papos sobre nossas diferenças &amp; sobre nossas igualdades.</p>
<p style="text-align: justify;">seu apartamento é desses que dá de cara com a rua. prédio fofo, 3 andares, plantas, bichos sem rede de proteção. costumamos dizer que as imperfeições dele (o prédio) são um charme&#8230;para quem não mora nele. bah, bia, grande mentira! quero te ver morar no prédio roxo aqui da frente.</p>
<p style="text-align: justify;">a composição do apartamento da pimentinha (hehe, nunca tinha feito essa comparação boba porém cheia de sentido) é sua, particular. coleção das suas paixonites de design ao longo de sua vida: tapete com desenhos de miró, mesa de centro feita pelo amigo, abajur encomendado em londres, suas cadeiras cimo, seu quarto verde. bem, sem falar da grande estrela, vedette da casa, a gata linda e peluda branquinha (alusão à pinga nossa de cada dia?)&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">a casa da bia é despretensiosa mas uma das mais graciosas que eu conheço. sorte, sorte a minha ela estar a  alguns passos da minha própria casinha!</p>
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		<title>helena</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Mar 2012 18:05:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[helena é minha vizinha. minha mais próxima vizinha. além de questões espaciais (da porta da minha casa vejo a porta da casa dela) nos damos bem. quem sabe seja assim uma questão alemã, por dizer. uma maneira de admirar certa seriedade debochada, certa assertividade tortuosa, certo humor um tanto azedo, tipo sauerkraut mesmo.
na casa da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">helena é minha vizinha. minha mais próxima vizinha. além de questões espaciais (da porta da minha casa vejo a porta da casa dela) nos damos bem. quem sabe seja assim uma questão alemã, por dizer. uma maneira de admirar certa seriedade debochada, certa assertividade tortuosa, certo humor um tanto azedo, tipo <em>sauerkraut</em> mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">na casa da helena têm vez os brinquedos waldorf  (nathalia, a boneca de pau, corda e trapo), a boa música, as belas pinturas e a bela luz dos janelões. na casa da helena têm vez os bons filmes, bom papo, seus netos, suas lembranças. é um desses casos residenciais que teletransportam pra tempo X, Y, Z&#8230;qualquer tempo que não seja este atual (pense em passado E futuro, ok?).</p>
<p style="text-align: justify;">este é um dos poucos quarto &amp; sala do meu bairro, um dos muitos dentre estes anos desta brincadeira e de fato um já querido, preferido quarto &amp; sala.</p>
<p style="text-align: justify;">obrigado, helena!</p>
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		<title>Judy &amp; Marc</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Mar 2012 21:02:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Quando entrei na casa de Judy e Marc, por um instante me esqueci que estava tremendo de frio nas ruas geladas do inverno de Barcelona. O sol que invade a casa revela as cores das declarações de amor em cada cantinho, dividindo espaço com os trabalhos dos dois: Judy é ilustradora e Marc, escultor
A harmonia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Quando entrei na casa de<a href="http://judykaufmann.com/"> Judy</a> e <a href="http://quartoesala.etc.br/wp-admin/www.marcsparfel.com">Marc</a>, por um instante me esqueci que estava tremendo de frio nas ruas geladas do inverno de Barcelona. O sol que invade a casa revela as cores das declarações de amor em cada cantinho, dividindo espaço com os trabalhos dos dois: Judy é ilustradora e Marc, escultor</p>
<p style="text-align: justify;">A harmonia da casa é tão visível que quase confundo a personalidade dos donos com a personalidade da casa. Nada, nada ali ocupa o espaço por acaso. Chego a pensar que algumas coisinhas têm o prazer de estar ali, dividindo o espaço com mentes criativas tão queridas. A arte de Marc, o traço de Judy. Brinquedos aleatórios, plantas sentadas em bancos. Este canto espanhol, universal, é desenhado com o carinho que se faz uma linda ilustração.</p>
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		<title>2012 + HUMANO (cracolândia)</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 21:10:51 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[2012. o ano do fim, apocaplypse now! tsc, tsc!!! tem começo, no entanto, um cadinho nebuloso, cãofuso, o tal ano. ordem natural dos ciclos. começa evidenciando para a grã-sociedade paulistana seu quartier mais assombrado e assombroso, pra, quem sabe, assim, nos breves idos deste mesmo ano, vê-lo um tantinho mais colorido e iluminado.
o governo da prefeitura kassab [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">2012. o ano do fim, apocaplypse now! tsc, tsc!!! tem começo, no entanto, um cadinho nebuloso, cãofuso, o tal ano. ordem natural dos ciclos. começa evidenciando para a grã-sociedade paulistana seu <em>quartier</em> mais assombrado e assombroso, pra, quem sabe, assim, nos breves idos deste mesmo ano, vê-lo um tantinho mais colorido e iluminado.</p>
<p style="text-align: justify;">o governo da prefeitura kassab em <span style="text-decoration: underline;">mal orquestrada</span> intervenção ao bairro da luz, abre à foice o caminho para o desbravamento do universo cracolândia. escancara ao povo paulista &amp; brasileiro o nosso provável mais alarmante problema de cunho social, de maneira a somente nos fazer, de alguma maneira e em algum momento, resolvê-lo. é a primeira semente.</p>
<p style="text-align: justify;">certeza, que ainda em 2012, ao menos na cracolândia, dias melhores virão.</p>
<p style="text-align: justify;">enquanto isso o quarto &amp; sala reproduz, embasbacado, as imagens dos fotógrafos <strong>alessandro shinoda</strong> e <strong>eduardo anizelli (folhapress)</strong> que de maneira sutil e praticamente metafórica mostram e explicam por A + B que viciado em crack é gente, tem casa, amores, acredita em Deus, quer se livrar do vício, do mal, dos atrasos na vida e dos grilos nas cucas!</p>
<p style="text-align: justify;">2012 já é + HUMANO!</p>
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		<title>rusalen</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Sep 2011 22:33:49 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[a oficina de entalhe do senhor giuseppe é lugar de artes e ofícios. é ambiente de cheiro de madeira, de tardes quentes de cerqueira cesar. discreto, o espaço é todo sobre o cuidado, a atenção, o amor à madeira e às esculturas que se podem fazer na matéria.
de um tudo nasce no lugar. um tudo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">a oficina de entalhe do senhor giuseppe é lugar de artes e ofícios. é ambiente de cheiro de madeira, de tardes quentes de cerqueira cesar. discreto, o espaço é todo sobre o cuidado, a atenção, o amor à madeira e às esculturas que se podem fazer na matéria.</p>
<p style="text-align: justify;">de um tudo nasce no lugar. um tudo se pode criar, desde que haja interesse e calma, características necessárias à designers de todos os tempos &#8211; os mais clássicos e os mais modernos. cadeiras, florões, anjos &amp; budas, varões, cabeceiras, molduras, mísulas, peanhas&#8230;mesmo, tudo.</p>
<p style="text-align: justify;">um clima paulistano no ar. uma coisa assim nossa, italiana do café, miscelânea sóbria sem igual. atenção e carinho ao trabalho. falta de excesso, por increça que parível (rsrs). eis em foto movimento de envolvimento e resgate digno, digníssimo de quarto &amp; sala.</p>
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		<title>behring</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Aug 2011 23:58:04 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[o rio de janeiro é uma coisa assim magnética. gente fina, gente bôua mora por lá. e nós, cinzinhas cosmocócas de sp, adoramos uma ponte aérea basix.
o chamado veio com tarja de &#8220;top urgente&#8221;&#8230;&#8221;corre pra cá&#8221;, disse o tomás, editor e diretor de arte da linda &#8216;o amarello&#8216; (#6 nos pontos de cultura do país, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">o rio de janeiro é uma coisa assim magnética. gente fina, gente bôua mora por lá. e nós, cinzinhas cosmocócas de sp, adoramos uma ponte aérea basix.</p>
<p style="text-align: justify;">o chamado veio com tarja de &#8220;top urgente&#8221;&#8230;&#8221;corre pra cá&#8221;, disse o tomás, editor e diretor de arte da linda &#8216;<strong>o amarello</strong>&#8216; (#6 nos pontos de cultura do país, btw&#8230;). &#8220;vem fotografar o lugar mais incrível de todos os tempos da última semana&#8221;&#8230;ou coisa que o valha!</p>
<p style="text-align: justify;">a behring é, sim, de tirar o fôlego. antiga fábrica de doces e balas da gema, já cariou os dentes que tinha que cariar. aluga, hoje, seus inúmeros metros quadrados para os artistas plásticos de plantão. trabalham, então, em ritmo paralelo, profissionais liberais do sentimento e da emoção como que a reverenciar maneira outra de se viver, conviver, trabalhar.</p>
<p style="text-align: justify;">o espaço em sua proporção universal, seus vazios e seus restos, encherá de curiosidade o olho do passante. registra-se então, em mais uma visita amarella, outro espaço de trabalho incomum &amp; belo, como a vida deve ser.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
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		<title>MANDA DESCER PRA VER (casa de artigos religiosos do vavá)</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Aug 2011 22:10:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gabriel</dc:creator>
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		<category><![CDATA[casa de artigos religiosos]]></category>
		<category><![CDATA[casa do vavá]]></category>
		<category><![CDATA[filhos de gandhi]]></category>
		<category><![CDATA[gabriel valdivieso]]></category>
		<category><![CDATA[jessica castelari]]></category>
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		<description><![CDATA[hoje de manhã, minha amiga e colega jessica castelari e eu, fotografamos a casa de artigos religiosos do vavá. delícia sem tamanho. deixo aqui em letras a boa, velha e infalível oração do gil, filhos de gandhi. atenção, leitor, para o misch masch de fotos, novo experimentinho, gabu + jess. tudo certo como dois são [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">hoje de manhã, minha amiga e colega jessica castelari e eu, fotografamos a casa de artigos religiosos do vavá. delícia sem tamanho. deixo aqui em letras a boa, velha e infalível oração do gil, filhos de gandhi. atenção, leitor, para o misch masch de fotos, novo experimentinho, gabu + jess. tudo certo como dois são cinco.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p>Omolu, Ogum, Oxum, Oxumaré<br />
Todo o pessoal<br />
Manda descer pra ver<br />
Filhos de Gandhi</p>
<p>Iansã, Iemanjá, chama Xangô<br />
Oxossi também<br />
Manda descer pra ver<br />
Filhos de Gandhi</p>
<p>Mercador, Cavaleiro de Bagdá<br />
Oh, Filhos de Obá<br />
Manda descer pra ver<br />
Filhos de Gandhi</p>
<p>Senhor do Bonfim, faz um favor pra mim<br />
Chama o pessoal<br />
Manda descer pra ver<br />
Filhos de Gandhi</p>
<p>Oh, meu Deus do céu, na terra é carnaval<br />
Chama o pessoal<br />
Manda descer pra ver<br />
Filhos de Gandhi</p>
]]></content:encoded>
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